Aula 1.1 – Linha do Tempo

Olá, Cursista!

Acompanhe a linha do tempo, citada na aula anterior, destacada a seguir onde são marcados momentos importantes sobre o desenvolvimento da AD Internacionalmente.

 

1974 (EUA) Dissertação* de mestrado de Gregory Frazier: “Televisão para cegos” aborda pela primeira vez as bases da

audiodescrição.

1981 (EUA) Desenvolvimento de um programa que permitia a audiodescrição de espetáculos ao vivo (trabalho conjunto dos profissionais do Metropolitan Washington Ear e do teatro Arena Stage em Washington.

1982 (REINO UNIDO) O Reino Unido foi o primeiro país ocidental a ter audiodescrição na televisão Descriptive Video Service

1983 (JAPÃO) No Japão acontece a primeira transmissão televisiva de audiodescrição do mundo.

1989 (EUA) Alguns filmes do Festival de Cannes foram apresentados com audiodescrição.

1989 (FRANÇA) A audiodescritora Marie-Luce Plumazill começa a desenvolver a técnica da audiodescrição nos Festivais de Cinema.

1991 (ESPANHA) Desenvolvido o sistema Sonocine: sistema que possibilitava que a audiodescrição dos filmes e programas exibidos na TV aberta fosse acessada por meio de um canal de rádio específico para sua transmissão.

1992 (FRANÇA) Royal National Institute for the Blind cria o Projeto Audetel, com a finalidade de levantar os requisitos técnicos necessários para a incorporação da audiodescrição nas emissoras de televisão.

1993 (ESPANHA) A Fundação ONCE iniciou um programa de investigação e pesquisa em audiodescrição, o qual culminou com a publicação da norma UNE 153020, intitulada: Audiodescripción para personas con discapacidad visual. Requisitos para la audiodescripción y elaboración de audioguías.

Fonte: Traduzida e adaptada livremente de diversas fontes, entre elas, as seguintes:

https://goo.gl/LPukyH

https://goo.gl/jNmZ6M

 

A linha do tempo apresentada a seguir foi construída com base nas informações obtidas de diversas fontes e mostra um pouco do desenvolvimento da AD no Brasil.

Apresente nos comentários outros momentos marcantes dentro do nosso histórico brasileiro a respeito da AD, acrescente as fontes.

2000 – Lei da acessibilidade no. 10.098, de dezembro de 2000.

2003 – Ocorre o primeiro evento com audiodescrição ao vivo – durante o festival

Assim Vivemos.

2003 – Portaria 310 – Ministério das Comunicações define audiodescrição como locução.

2004 – Decreto no. 5.296 define formalmente a atividade da audiodescrição.

2005 – Primeiro filme, com audiodescrição “Irmãos de Fé”, do Padre Marcelo.

2007 – Primeira peça comercial com audiodescrição “O Andaime” – Teatro Vivo.

2010 – Portaria 188 redefine a audiodescrição como uma narração.

2013 – Projeto de lei 5156 de 2013 fomentou a regulamentação da profissão de audiodescritor.

2013 – A profissão do audiodescritor foi incluída na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2614-30), do Ministério do Trabalho.

2014 – Normativa número 116 publicada pela ANCINE determina a obrigatoriedade de recursos de acessibilidade nos produtos audiovisuais financiados por essa agência regulatória.

2015 – Lei nº 13.146, denominada Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Entre outras disposições, em seu Artigo 67, essa lei afirma que “Os serviços de radiodifusão de sons e imagens devem permitir o uso de audiodescrição”.

Fonte: Traduzida e adaptada livremente de diversas fontes, entre elas, as seguintes:

https://goo.gl/LPukyH

https://goo.gl/jNmZ6M

3 respostas em “Aula 1.1 – Linha do Tempo”

Ao pesquisar sobre o criador da AD, encontrei o vídeo “Gregory Frazier’s Innovation In Audio Description”, disponível em https://youtu.be/0GsGfV2yUIU e que achei bastante útil para ampliar os meus conhecimentos.

Creio que um outro momento histórico da audiodescrição no Brasil é o que vivemos, quando, mesmo que de forma bastante gradativa, os Estudos da Tradução (ET) passam a dar lugar à audiodescrição como uma modalidade de tradução intersemiótica e suas preocupações não se limitam mais à problemática da traduzibilidade da literatura – gostei do artigo “Formação do Audiodescritor: a estética cinematográfica como base para o aprendizado da estética da audiodescrição. Materiais, métodos e produtos”, publicado por Soraya Alves e Vera Lúcia Araújo (2016) nos Cadernos de Tradução (UFRS) e que recomendo.

Ao pesquisar sobre o criador da AD, encontrei o vídeo “Gregory Frazier’s Innovation In Audio Description”, disponível em https://youtu.be/0GsGfV2yUIU e que achei bastante útil para ampliar os meus conhecimentos.

Creio que um outro momento histórico da audiodescrição no Brasil é o que vivemos, quando, mesmo que de forma bastante gradativa, os Estudos da Tradução (ET) passam a dar lugar à audiodescrição como uma modalidade de tradução intersemiótica e suas preocupações não se limitam mais à problemática da traduzibilidade da literatura – gostei do artigo “Formação do Audiodescritor: a estética cinematográfica como base para o aprendizado da estética da audiodescrição. Materiais, métodos e produtos”, publicado por Soraya Alves e Vera Lúcia Araújo (2016) nos Cadernos de Tradução (UFRS) e que recomendo.

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